Empresa e patrimônio pessoal misturados, sócios sem regras para saída ou falecimento e bens sem planejamento sucessório são fontes comuns de conflito e de custo. O planejamento organiza isso com antecedência, sempre dentro da lei e sem prejudicar credores. Quando antecipados, a organização e o planejamento reduzem os custos de adiar essas decisões, como inventários demorados e conflitos entre herdeiros e sócios.

Separação entre patrimônio da empresa e dos sócios e estrutura adequada ao negócio.
Análise de viabilidade, inclusive dos efeitos tributários, antes da constituição.
Regras para entrada de herdeiros, doação de quotas e continuidade da empresa.
Saída, falecimento, divórcio e avaliação de quotas.
Quando os bens da família estão em nome das pessoas físicas e há empresa ativa.
Antes de doar bens ou quotas a filhos.
Quando os sócios não têm regras escritas para saída ou sucessão.
Quando quiser reduzir a carga tributária e proteger o legado construído.
Quando planejar o futuro da sua família.
Limite importante: planejamento patrimonial não serve para esconder bens de credores. Operações feitas para frustrar dívidas existentes podem ser anuladas e geram responsabilidade.
O resultado depende de cada caso; não há garantia de resultado.
O primeiro contato serve para entender o caso e indicar os próximos passos. Atendimento online para todo o Brasil e presencial em Goiânia.
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